sábado, 1 de maio de 2021

EXEGESE BÍBLICA: PLANO DE ENSINO


PLANO DE ENSINO


DISCIPLINA

Exegese bíblica


PROFESSOR

Me. Roney Cozzer

Currículo Lattes e produção bibliográfica.


BIBLIOGRAFIA

WEGNER, Uwe. Exegese do Novo Testamento: manual de metodologia. São Leopoldo: Sinodal; São Paulo: Paulus, 1998.

ALEXANDRE JÚNIOR, Manuel. Exegese do Novo Testamento: um guia básico para o estudo do texto bíblico. São Paulo: Vida Nova, 2016.

KUNZ, Claiton André. Método Histórico-Gramatical: um estudo descritivo. Revista Via Teológica. Curitiba: vol. 2, nº 16, FTBP, 2008. Disponível aqui.

PAROSCHI, Wilson. Crítica textual do Novo Testamento. 2ª ed. São Paulo: Vida Nova, 1999.

OMANSON, Roger L. Variantes textuais do Novo Testamento: análise e avaliação do aparato crítico de "O Novo Testamento Grego". Trad.: Vilson Scholz. São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil, 2010.

COZZER, Roney R. Contribuições da Crítica Textual para a compreensão dos evangelhos sinóticos in: GUSSO, Antonio Renato. KUNZ, Claiton André. (org.s.). Interpretar é preciso: exercícios de leitura e interpretação. Curitiba: Núcleo de Publicações Fabapar, 2018. Disponível aqui.


1. DEFINIÇÃO E IMPORTÂNCIA DA EXEGESE

  1.1 Definição de Exegese

  1.2 Diferença da Hermenêutica

  1.3 Sua importância para a Igreja

  1.4 Ferramentas digitais para o estudo da Exegese

    Bible Hub (em português)

    The Word

    Bíblia Hebraica

  1.5 O Método Histórico-Gramatical

  1.6 O Método Histórico-Crítico


2. A DELIMITAÇÃO DO TEXTO BÍBLICO

  2.1 Significado da palavra "perícope"

  2.2 O que justifica a delimitação de textos bíblicos

  2.3 Vantagens da delimitação

  2.4 Exemplos de delimitações

  Marcos 4.10-13; Isaías 52.13 a 53.12; 1 Coríntios 10.23-11.1.

  2.5 Como delimitar


3. TRADUÇÃO

  3.1 O que é tradução e sua importância

  3.2 Tipos ou teorias de tradução

    3.2.1 Equivalência formal

    3.2.2 Equivalência dinâmica

  3.3 Problemas e desafios na tradução

    3.3.1 Figuras de linguagem

    3.3.2 Hebraísmos

    3.3.3 Palavras e conceitos que não possuem equivalentes na língua receptora


4. ANÁLISES DO TEXTO E DE SEU CONTEÚDO

  4.1 Literária (lexical, morfológica, estilística, sintática e literária)

Análise que compreende outras análises, todas no campo da língua e do texto. 

    4.1.1 Léxica

A análise léxica ou lexicográfica é aquela em que se considera o sentido lexical das palavras bíblicas.

    4.1.2 Morfológica

A análise morfológica consiste em considerar como as palavras são flexionadas ou conjugadas. E deve-se mencionar que a maneira como as palavras são formadas incide diretamente em seu significado.

    4.1.3 Estilística

Considera o estilo literário do autor da perícope em estudo, o que significa dizer que esta análise considera também as peculiaridades literárias do autor. Aqui, Kunz (2008, p. 212) indica a necessidade de se considerar as figuras de linguagem presentes nas Escrituras.

      4.1.3.1 Polissíndeto e Assíndeto

      4.1.3.2 Hipérbole

      4.1.3.3 Paralelismos

        4.1.3.3.1 Paralelismo sinonímico

        4.1.3.3.2 Paralelismo antitético

      4.1.3.4 Metáfora

      4.1.3.5 Quiasmo

    4.1.4 Sintática

Kunz (2008, p. 213) afirma que a sintática "[...] é a parte da gramática que estuda a disposição das palavras na frase e das frases no discurso, bem como a relação lógica das frases entre si".

    4.1.5 Literária

Se ocupa da análise do texto em sua estrutura e considera também em qual gênero literário o texto está escrito.

  4.2 Histórica

  4.3 Cultural

  4.4 Religiosa

  4.5 Teológica


5. CRÍTICA TEXTUAL (ECDÓTICA)

  5.1 Definição e uso

  5.2 Justificativa da Crítica Textual

  5.3 Definições

    5.1 Autógrafo

    5.2 Colação

    5.3 Variantes textuais

    5.4 Papiro, pergaminho, rolo e códice

    5.5 Lecionários

    5.6 Uncial, cursiva e minúscula

    5.7 Manuscritos mais importantes

      5.7.1 P52

      5.7.2 Papiros Chester Beatty

      5.7.3 Códice Alexandrino

      5.7.4 Códice Vaticanus

      5.7.5 Códice de Leningrado

      5.7.6 Manuscritos do Mar Morto ou Manuscritos de Qunram


6. A APLICAÇÃO 

  6.1 O que é aplicável a nós, hoje?

  6.2 O que é aplicável a mim, pessoalmente?

  6.3 A Lei do Uso como ferramenta para se identificar o que é aplicável


REFERÊNCIAS

KUNZ, Claiton André. Método Histórico-Gramatical: um estudo descritivo. Revista Via Teológica. nº 16, vol. 2, Curitiba: FTBP, 2008.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

BÍBLIAS DE ESTUDO: PRECISAMOS DE MAIS?

(Observação: este artigo foi originalmente escrito e publicado em 2015, em meu extinto site Teologia & Discernimento, e revisado e expan...